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Sumário:
Vila Utopia: 15 Dezembro
Concurso Médio Tejo: 21 e 22 Dezembro
Feira do Livro na A+A: Dezembro
[mais]
Portugueses premiados na latitude 0 A jovem equipa portuguesa do moov :: moovlab – estúdio de arte e projecto, venceu o prémio de desenho arquitectónico do «Concurso Internacional Galápagos – Latitude 0: urbanismo e arquitectura sustentável». [mais] Condomínios fechados segundo Rita Raposo Os condomínios fechados são o resultado da falência do Estado na regulação do espaço e da sociedade, diz a socióloga Rita Raposo. [mais] Pedro Brandão apresenta tese O arquitecto Pedro Brandão vai apresentar a tese de doutoramento, defendida na Universidade de Barcelona em 2005, «A ética e as profissões do desenho da cidade – convicção, responsabilidade e interdisciplinaridade», a 30 Janeiro. O trabalho centra-se nas mudanças urbanas, tendo em conta que «o espaço público adquiriu o carácter de um valor decisivo para a fundação da urbanidade» e nas mudanças da própria profissão de arquitecto. Estas mudanças estão relacionadas. A profissão de arquitecto é ilustrativa de uma certa «inadequação» no contexto das especializações ligadas ao desenho. Se é verdade que, no século XX, a profissão estava «centrada no autor, enfatizando o indivíduo, valorizando o talento e a relação pessoal», os novos desafios obrigam a alargar esse talento e a procurar «uma nova noção da sua identidade». Há uma especialização «do espaço, das actividades e dos saberes». Isso reclama do arquitecto uma «responsabilidade não descartável, convicções fortes» e um descentrar da própria profissão. «O desenho não pode apartar-se da ética», diz Pedro Brandão. De acordo com o investigador, a origem das «principais debilidades do estatuto profissional do arquitecto, não estarão tanto na legislação, na regulação do mercado da encomenda ou nas relações com o Estado». Elas podem ser encontradas em questões como estas: os arquitectos sabem avaliar criticamente os resultados do seu trabalho? Reconhecer erros e corrigi-los? A relação entre várias disciplinas e entre profissionais e não profissionais surge como «modelo operativo (…) contra a separação dos ramos do conhecimento», uma vez que é impossível «menorizar» qualquer contributo do «conhecimento sobre a cidade». Pedro Brandão afirma que «nenhuma profissão tem tutela sobre a forma da cidade e nenhuma se diminui na colaboração». A questão é se os arquitectos e os outros profissionais estão dispostos a cooperar entre si e com os seus concidadãos não especializados. Pedro Brandão (n.1950) é professor do curso de arquitectura do Instituto Superior Técnico, director da associação «Traços na Paisagem» e secretário-geral do Europan Portugal. Doutorou-se em espaço público e regeneração urbana, em Barcelona em 2005. 30 Janeiro 19h :Encontros2 Apresentação da tese de Pedro Brandão «A ética e as profissões do desenho da cidade – convicção, responsabilidade e interdisciplinaridade» Auditório da sede da Ordem dos Arquitectos Travessa do Carvalho, 21-25 [mais] Disciplina em Balanço O Boletim Arquitectos de Dezembro apresenta um conjunto de textos sobre a actividade dos conselhos regionais de disciplina. O texto de Manuel Saldanha, presidente do Conselho Regional de Disciplina do Sul, parcialmente transcrito, pode ser lido na íntegra. [mais]
Arquitectura judaica na Beira Interior A Ordem dos Arquitectos-Secção Regional Sul organiza um encontro sobre judaísmo e arquitectura civil na Beira Interior. O arquitecto José da Conceição Afonso defende que a presença judaica produziu uma «revolução urbana» nos séculos XVI e XVII. [mais]
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